domingo, 8 de outubro de 2017

As obras do Aeroporto serão concluídas 100% até o Natal

As obras do Aeroporto serão concluídas 100% até o Natal
Foto: Gilberto Leite
Próximo  de completar cinco anos do inicio de suas obras de adequação para a Copa do Mundo de 2014, o Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, ficara 100% pronto apenas no Natal. Orçada em R$ 84,63 milhões e com 82% dos serviços executados, a obra integra os 22 Termos de Ajustamento de Gestão (TAG), para a retomada das obras da Copa,  deve entrar em processo de privatização após seu término.
Em recente levantamento, a secretaria estadual das Cidades (Secid), apontou que entre os serviços finalizados estão a instalação da parte de forro modular metálico (colméia) do setor de desembarque, do pavimento térreo, bem como o forro instalado no embarque superior do terminal, utilizado em vôos domésticos e internacionais. Além dos forros, a instalação das quatro pontes de embarque aparece na lista dos serviços executados. As pontes 1 e 2 já vinham sendo utilizadas normalmente pelos passageiros do Marechal Rondon.
Alas do terminal (A e B), que contemplam as áreas de embarque e desembarque doméstico e embarque internacional do aeroporto, também estão concluídas.
Somado a isso, também aparecem na lista o funcionamento do ar condicionado, a reforma dos sanitários da praça de alimentação, a automatização das portas de entrada do terminal e a finalização da ponte de embarque 3. A equipe finalizou também a implementação da ponte 4, que já está operando. A empresa responsável pela obra é o Consórcio Marechal Rondon (Engeglobal, Multimetal e Farol Empreendimentos).
Contudo, nesse período de três anos após o Mundial da Fifa, quem precisou utilizar o Aeroporto passou por alguns perrengues durante as obras. Ar condicionado não funcionava, o forro caiu em meio a uma tempestade, sem contar, às vezes que foi considerado um dos piores do país.
Gilberto Leite
Welton Aeroporto
 Ambulante Welto já se acostomou a ouvir as reclamações dos usuários do Aeroporto
Diante disso, o RDNews foi checar junto aos passageiros se os serviços executados trouxeram melhorias aos usuários. De São Paulo, o pecuarista Paulo Gianesella viaja a cada dois meses para Mato Grosso. Para ele, há dois anos e meio, esperar para o embarque era quase insuportável. "Melhorou bastante. O forro foi arrumado, ar condicionado funcionado, mas ficou dois anos na vergonha", ponderou.
Já a reclamação do comerciante que viaja com muito frequência para diversas regiões do país, Aldemir Pichine, era a falta de lipenza nos sanitários. "Agora está com boa aparência. Está operacional. Contudo, ainda não é um dos melhores aeroportos", disse.
Lá fora, embaixo do viaduto, que fica perto do que seria a estação do Veículo Leve sobre Trilhos trabalha o vendedor de salgado Welton Machado, conta que muitos passageiros buscam refúgios em seus quitutes, devido ao alto preço dos alimentos no aeroporto. Uma garrafa de água mineral, por exemplo, chega a custa R$ 5 e por isso,  acaba escutando outras reclamações. "Por aqui passa muita gente, que reclama do preço, que reclama das obras e do transtorno de ainda ter que pagar um valor muito exorbitante numa simples garrafa d'água", conta Welton que trabalha nesse ponto desde o fim da Copa.
O que falta para ficar pronto
O secretario da Secid, Wilson Santos (PSDB) informou que para ficar pronto, falta a parte de sistematização. Segundo o tucano, são oito sistemas. Nesse sentido explica que Consórcio responsável pela obra acabou de adquirir o "switch", um sistema que vai conectar esses sistemas de segurança, iluminação, de esteras de incêndio, ar condicionado, que serão unificados, uma mesma leitura. "Essa é uma obra para o período natalino", disse   ao RDNews
Gilberto Leite
wilson santos_gilberto leite (12).jpg
Secretário de Cidades Wilson Santos garante que os  pagamentos estão todos os dia
Além disso,  falta a construção de um muro entre a área do aeroporto e a do VLT. Tem de ser construído um emissário de esgoto. Toda a ala C está em reforma, que ala mais antiga do local. Ainda há para ser feito algo entorno de R$ 14 milhões em obras. Wilson afirma que não há atraso no pagamento.
"O pagamento está rigorosamente em dia. O que está atrasado é a obra que deveria ter sido entregue na Copa. Está mais para a Copa da Rússia, como a Copa da Rússia está bem aí, tomara que não seja na Copa do Catar, em 2022", explicou.
Wilson pondera que está em constante contato com a superitendência da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para que o Aeroporto pare amarga nas piores posições da pesquisa de satisfação da Secretaria de Aviação. Hoje, Marechal Rondon figura na 14ª posição.
"Queremos ficar entre os 10 melhores do Brasil até o fim do ano. Hoje é o 14°. Estamos agora no calcanhar do aeroporto de Congonhas e trabalhamos diuturnamente para encerrar as obras e também para ficar entre os melhores. Vai para um processo de privatização. O governo concorda com o processo, porque depois que ele ficar chique, bacana, não pode haver uma precarização. Na mão da iniciativa privada nós temos certeza que a tendência é melhorar ainda mais", finalizou.

Unesin aponta que é esperada liberação de agência para melhorar estrutura do aeroporto de Sinop

Unesin aponta que é esperada liberação de agência para melhorar estrutura do aeroporto de Sinop


O empresário Waldomiro Teodoro dos Anjos, um dos representantes da União das Entidades de Sinop (Unesin), confirmou, em entrevista, ao Só Notícias, que após as vistorias da equipe do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta IV) nos equipamentos da Estação Prestadora de Serviço de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA) e dos Indicadores de Precisão de Trajetória de Aproximação (PAPI), no aeroporto presidente Figueiredo, está sendo aguardada a liberação do registro de frequência por parte da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). “É necessário fazer o registro desta frequência. Todo o processo está sendo feito pela empresa que já está operando a Estação Prestadora de Serviço de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA). O próximo passo agora é sobre os Indicadores de Precisão de Trajetória de Aproximação (PAPI) e depois as Rotas de Navegação Área (RNAV). O pessoal do Cindacta fez a inspeção e agora estamos aguardando liberação da Anatel", disse.
Ainda de acordo com Waldomiro, o processo de homologação dos equipamentos só teve progresso após a contratação da empresa que fez os diagnósticos dos problemas no aeroporto. “Essa empresa foi de grande valia para poder diagnosticar o que realmente o aeroporto necessitava urgentemente. Nós tivemos que fazer varias intervenções. Quando tivemos acesso ao processo constatamos que era necessário renovar a Licença Prévia Ambiental, na Sema. Agora estamos em dia com esse setor. Além disso, necessitava construir uma cabine de força com um gerador para ligar os equipamentos da EPTA. A prefeitura licitou e comprou esse gerador. Mediante a isso, fizemos com termo de doação em comodato um trator, que deixará o aeroporto sempre limpo. Paralelamente a isso, também foi feita a revisão do sítio aeroportuário com limpeza da cerca. Hoje é possível verificar se alguma tela está rasgada. Além disso, não há nada que possibilite contato e atraia animais na pista”.
O pagamento dos custos para contratação da empresa ocorreu por meio do Movimento Pró-Aeroporto, que é formada por 21 entidades que conseguiram arrecadar R$ 350 mil com a venda de uma rifa de um carro e televisores. “Vendemos mil números. Foram arrecadados R$ 350 mil. Deste valor, R$ 240 mil foram destinado para empresa e o restante para custear os gastos que a comissão teve com o andamento do processo até agora. A campanha foi muito boa. Temos que agradecer a comissão de 21 entidades envolvidas e aos empresários que acreditam que o nosso aeroporto é a principal porta de entrada da nossa cidade”.
Os representantes da UNESIN entregaram as premiações da campanha, na última segunda-feira. A concessionária Morel ganhou o primeiro prêmio, que era um Renault Sandero. Além do veículo, também foram entregues quatro televisores.

Prefeitura de Sinop e Governo do Estado assinam convênio para o aeroporto

Prefeitura de Sinop e Governo do Estado assinam convênio para o aeroporto


A prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PR), assinou nesta sexta-feira (29) convênio com o Governo do Estado para investimentos no Aeroporto Municipal Presidente João Batista de Figueiredo. Com isso, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) investira R$ 163 mil, em materiais, para obras na cerca de 5,2 mil metros.
A assinatura do convênio foi realizada durante 1º Workshop de Aeroportos e Aeródromos Regionais de Mato Grosso, em Cuiabá. A prefeita destacou que Sinop é uma região promissora, com possibilidades de ampliar o número de passageiros. Além dos materiais para a cerca, a gestora solicitou outros investimentos para o aeroporto.
“Viemos ouvir e buscar soluções para ampliar nossos voos. Estamos pleiteando a modernização do nosso terminal, aumento da pista de 1.600 para 2.300 para receber aeronaves maiores e outras melhorias. Nós temos um fluxo de pessoas e abrangemos mais de 32 municípios, com uma capacidade muito grande de aumentar e, por isso, precisamos modernizar e aumentar nosso aeroporto”, pontuou Rosana.
Com a assinatura do convênio, o Estado fornecerá os materiais como os mourões e a tela, no montante de R$ 163 mil. A Prefeitura de Sinop ficará responsável pela execução do serviço.
“A assinatura desse convênio é muito importante, estaremos recebendo material para fazer a cerca para o aeroporto de Sinop. São melhorias que nosso aeroporto precisa, para vencermos novas etapas e finalizarmos com o que desejamos que é a operação por instrumentos. Os detalhes da entraga dos materiais serão ajustados com a equipe técnica da Secretaria de Infraestrutura, para sabermos quando e de que maneira será entregue o material”, explicou a secretária de Planejamento, Finanças e Orçamento de Sinop, Ivete Mallmann.
Durante o workshop o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo Duarte, confirmou que a inclusão do aeroporto de Sinop no programa de concessões de aeroportos pelo Governo Federal, mas ponderou que isso não impedirá que sejam feitos alguns investimentos. “A previsão só com esse programa é de R$ 1 bilhão de investimentos só em Mato Grosso, nesses cinco aeroportos. Além disso, estaremos discutindo investimentos em outros aeroportos regionais, também em parceria com o Governo Federal, e teremos aqui alguns investimentos importantes em Tangará, Cáceres e também Sinop, antes mesmo da concessão”.
Na abertura do evento, o governador Pedro Taques (PSDB), ressaltou os investimentos em logística no Estado. “Mato Grosso é um estado continental, nós precisamos investir em vários modais de transporte. Estamos discutindo hidrovias, temos o plano em execução na rodovia, estamos discutindo ferrovias e o plano de aeroportos. Temos condições de melhorar as infraestrutura de aeroportos, mas não temos condições de melhoras todos, mas precisamos de parceria.”
O workshop integra a agenda do 5º Encontro – Parcerias que Transformam. A iniciativa tem como objetivo abordar temas relacionados à gestão de aeroportos, promovendo o debate sobre os planos aeroportuários, infraestrutura, concessões, Voe MT, entre outros assuntos da área.

visita ICA

Uma equipe composta de seis integrantes do Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA), subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), realiza, desde o início da semana, os trabalhos técnicos referentes à confecção dos dados para uma ficha informativa do PAPI (Precision Approac Path Indicator) e locação dos obstáculos para confecção das cartas de procedimento de navegação aérea RNAV.
Essa é mais uma das várias etapas, nas quais a Prefeitura Municipal tem trabalhado em conjunto com a União das Entidades de Sinop (Unesin), para melhorias no Aeroporto Municipal Presidente João Batista de Figueiredo. “São várias etapas que são concluídas e essa é mais uma. Os trabalhos continuam em uma força tarefa junto com a Unesin, com os vereadores e a população, para que a gente consiga o mais rápido possível que nosso aeroporto opere por instrumentos”, destacou a prefeita Rosana Martinelli (PR).
Segundo o sargento Cleber, representante do ICA, os trabalhos de campo são um levantamento para homologação do auxílio de pouso por não precisão visual, que é o PAPI. “Metade da equipe está no campo trabalhando e posterior a isso será o trabalho de escritório. Faremos os cálculos para amarrações com dados do IBGE e enviaremos esses dados para o Grupo de Inspeção em Voo, que também pertence ao DECEA e esses dados serão agendados para um voo de homologação”, explicou o sargento.
Sobre o RNAV o tenente Fartura, também do ICA, esclareceu que nessa etapa foi verificada a locação dos obstáculos para confecção das cartas de procedimento de navegação aérea, que são cartas de navegação por satélite. “Nós fizemos o levantamento do nivelamento de pista, dados de coordenada de cabeceira e levantamento de obstáculos para a elaboração de cartas IFR, inclusive cartas de procedimento RNAV. Quando tivermos uma condição climática piorada esse tipo de procedimento permite que a aeronave pouse”, pontuou o tenente.
A Prefeitura, bem como a Unesin, têm acompanhado os processos em andamento no Cindacta IV, em Manaus, na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e no Departamento de Controle do espaço Aéreo (DECEA), no Rio de Janeiro. Eles tramitam de forma paralela em cada órgão.
“Nós temos vivenciado cada etapa e, neste momento, estamos com essa equipe do DECEA fazendo essa nova avaliação e falando das nossas cartas e também estamos temos os trabalhos com adequação da TPS, do pátio. São projetos que estão sendo elaborados e também são outras fases e outros procedimentos necessários”, pontuou a secretária de Planejamento, Finanças e Orçamento, Ivete Mallmann.
Os trabalhos em prol do aeroporto de Sinop são técnicos e acompanhados pelos representantes da Unesin. “Desde o início, quando as entidades vieram fazer parte com a administração do aeroporto, nós levantamos todo diagnóstico, todo o passo a passo e cronograma. Então estamos vencendo cada etapa. Essa era mais uma que estava pendente, que é a questão do PAPI e também do RNAV. A gente acredita que no máximo até o final do ano já estejamos com o IFR instalado”, ponderou Waldomir Teodoro, que é um dos integrantes da comissão formada pelas entidades.

Prefeita quer volta de voo entre Sinop e Campinas: “Somos uma região muito promissora”

Prefeita quer volta de voo entre Sinop e Campinas: “Somos uma região muito promissora”
Prefeita quer volta de voo entre Sinop e Campinas: “Somos uma região muito promissora”

A prefeita Rosana Martinelli (PR) comemorou os investimentos que o Aeroporto Municipal Presidente João Figueiredo, em Sinop, tem recebido e revelou que busca, junto às companhias aéreas a volta do voo entre a cidade e Campinas (SP). Segundo ela, a região é “muito promissora”. Rosana acrescentou também que os recursos financeiros que chegarão por meio da Secretaria de Aviação Civil (SAC) irão auxiliar no aumento da pista do terminal.
“Precasamos descentralizar e os voos regionais são muito importantes. Somos uma região promissora e com grande possibilidade de ampliar o número de passageiros. Estamos pleiteando a modernização do nosso terminal. Aumentar o tamanho da pista para que possamos receber voos de aeronaves maiores. Nós abrangemos mais de 32 municípios”, disse a prefeita durante o 1º Workshop de Aeroportos e Aeródromos Regionais de Mato Grosso, que aconteceu na sexta-feira (29), no Palácio Paiaguás.
Além disto, Rosana ainda batalha na tentativa de reaver um voo considerado de suma importância para ligação com várias cidades do país: “Estamos pleiteando o voo de Sinop a Campinas (SP), que é o hub da Azul. Isso irá nos proporcionar uma melhoria muito grande. O maior fluxo de pessoas da região de Sinop é para Maringá e Londrina. Queremos uma nova rede, ampliar os nossos voos noturnos”.
Segundo o diretor da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eduardo Bernardi, R$ 58 milhões devem ser investidos no terminal mato-grossense: “Os investimentos já foram aprovados pela secretaria e até outubro ou novembro devem ser assinados os termos para que tenham início os repasses”.
Vale lembrar que o aeroporto de Sinop está dentro do bloco de terminais mato-grossenses que serão concedidos à iniciativa privada em 2018. Além dele, também integram o pacote os aeródromos de Cuiabá, Alta Floresta, Barra do Garças e Rondonópolis. A expectativa do Governo é arrecadar R$ 1 bilhão com os leilões.
O Governo Federal convocou as empresas interessadas na administração do Aeroporto Marechal Rondon para que apresentem estudos de viabilidade econômica, técnica e ambiental (EVTEA) em edital de chamamento público para leilão. O ato já consta do Diário Oficial da União.
Nesta primeira etapa, as empresas deverão elaborar estudos por conta própria. Alguns poderão ser escolhidos pelo governo para serem utilizados no leilão. De acordo com informações divulgadas pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação, trata-se de um grande projeto para leiloar diversos aeroportos brasileiros.

Voo entre aeroporto Marechal Rondon e Bolívia vai aquecer economia de VG, diz Avalone

Voo entre aeroporto Marechal Rondon e Bolívia vai aquecer economia de VG, diz Avalone
Carlos Avalone

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Carlos Avalone, confirmou que o Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, passará a operar voo internacional para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.
Operado pela companhia aérea Azul, o voo faz parte do projeto “Voe Mato Grosso”, que é gerenciado pela Sedec e concede redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para compra de querosene de aviação, ajudando a reduzir os custos operacionais. Essa redução é progressiva de 20% a 84%. Atualmente, as companhias aéreas pagam uma alíquota de 25% na compra do combustível.
Em contrapartida, segundo Avalone, a expectativa é que a economia da cidade, assim como de outros municípios do Estado, seja aquecida no setor como o turismo, fomentando o comércio local.
“O avião resulta em deslocamento ágil, levando mais dinamismo aos polos regionais e, consequentemente, mais perspectivas econômicas para aquela região. Um desenvolvimento que vai além do setor de turismo”, destaca.
Conforme o secretário, o voo também vai transformar o aeroporto em um grande centro de distribuição de carga.
Avalone explica que Santa Cruz de La Sierra está no centro da rota comercial do Pacífico e, de acordo com ele, o voo colocará o Estado no mercado internacional com países vizinhos, como Peru e Argentina.
Segundo o secretário, a inauguração do voo entre Várzea Grande e Bolívia deve ser realizada até o final de outubro.
“Queremos atrair as empresas para fortalecer a aviação em todo Mato Grosso que, por possuir dimensões grandiosas, carece de equipamentos que facilitem o acesso interno, com mais rapidez e segurança. Isso tudo, acaba refletindo na economia e no turismo, pois a oferta de voos facilita o acesso aos destinos que acabam recebendo mais visitantes devido à comodidade. Com essa lei de incentivo para compra de querosene de aviação, Mato Grosso passa a ser um ponto de conexão das empresas e isso expandirá o setor”, explica.
Ainda segundo Avalone, o voo também servirá como uma alternativa para embarques de mato-grossenses para os Estados Unidos.
“Não vamos precisar mais ir àSão Paulo para chegar aos Estados Unidos em viagens cansativas, com mais de 16 horas de duração. Saindo daqui [aeroporto Marechal Rondon] para Santa Cruz de La Sierra, vamos gastar 1 hora e de lá chegar em Miami, por exemplo, em seis horas e meia ", pontua o secretário.

FONTE: VG Notícias

Meta do governo é ter um aeroporto a no máximo 150 km de cidades mato-grossenses

Meta do governo é ter um aeroporto a no máximo 150 km de cidades mato-grossenses

O secretário de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Marcelo Duarte, apresentou nesta sexta-feira (29), durante o 1º Workshop de Aeroportos e Aeródromos Regionais de Mato Grosso, um ousado plano do Governo para o setor aeroviário. A intenção é que o Estado tenha um aeroporto apto a receber voos a no máximo 150 quilômetros de cada sede municipal. O trabalho será a longo prazo, mas poderá render muitos bons frutos para os cidadãos, principalmente do interior.
“Tenho dito o seguinte: o desenvolvimento não chega somente de carro. A gente percebe que todas as cidades de Mato Grosso que tiveram a visão de desenvolver um aeroporto no seu início, hoje tem universidades, empresas, estudos internacionais. O aeródromo traz esta oportunidade e cria condições para o desenvolvimento. Através dos voos é que chegam empresários, investidores e saem doentes para hospitais também”, explicou o secretário.
A intenção do governo é ter pelo menos um voo regional em nove regiões do Estado. O objetivo é criar hubs [designação dada ao aeroporto utilizado por uma companhia aérea como ponto de conexão para transferir seus passageiros/carga para o destino pretendido] regionais que atendam a uma grande população de cidades próximas. Com isto, cada sede municipal teria pelo menos um aeródromo com voos a, no máximo, 150 quilômetros de distância.
“Dom Aquino, por exemplo, pode ser um dos hubs regionais no Vale do São Lourenço. Existem muitos outros que poderão atender a grandes regiões, que tem vários municípios próximos”, explicou o secretário.
Em Mato Grosso, são 25 aeroportos homologados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e 17 contam com pista de asfalto. Porém, só sete deles tem balizamento e podem ter operações noturnas. Com o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) dos aeroportos, a estimativa é de receber R$ 20 milhões por ano. Parcerias Público-Privada também são outros meios para auxiliar na reforma e ampliação dos terminais.

Aeroporto Regional de Sorriso é referência no 1º workshop aeroportuário de Mato Grosso

Aeroporto Regional de Sorriso é referência no 1º workshop aeroportuário de Mato Grosso




O Aeroporto Regional Adolino Bedin, de Sorriso, foi um dos cases positivos apresentados nesta manhã (29), em Cuiabá, no 1º Workshop de Gestão de Aeroportos e Aeródromos Regionais de Mato Grosso. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Cláudio Drusina, pontua que o exemplo de Sorriso foi escolhido para detalhar o programa de investimentos realizados em parceria pela Prefeitura Municipal e a sociedade civil organizada.
Drusina destaca que o Estado conta com 22 aeroportos homologados. “Destes, apenas sete operam com equipamentos que permitem a realização de vôos noturnos e Sorriso está entre estes sete aeroportos”, salienta.
Durante o Workshop, o representante da Comissão Pró- Aeroporto, Éderson Dal Molin (Xuxu), palestrou destacando as potencialidades e caminhos para a autossustentabilidade do Aeroporto Regional Adolino Bedin. Dal Molin frisou o fato da Comissão e o município estão trabalhando no plano de concessão do aeroporto. "A intenção é terceirizar. E como já somos referência para vários municípios e serviços, também vamos trabalhar o plano tarifário para diminuir os gastos do município", explica. Dal Molin destaca ainda que o aeroporto local é um dos destaques da logística sorrisense, contribuindo com a geração de renda e trabalho. "Outra tendência tem sido o o uso da infraestrutura do Adolino Bedin como base em UTI's aéreas", lembrou o palestrante. O outro case apresentado foi o do município de Querência.
Cerca de 150 pessoas participam do workshop. No início do encontro, o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo Duarte, falou sobre a visão do Estado de Mato Grosso para o setor aeroportuário. Até o fim do dia, serão debatidos temas como homologação, certificação, outorga, TCT, convênios, planos aeroportuários, administração aeroportuária, Pró-Aeroportos, programa Voe MT, concessão e infraestrutura.
O evento é uma promoção do Governo do Estado em parceria com a MT Parcerias S.A (MT PAR), uma sociedade de economia mista criada pelo Governo do Estado para promover Parcerias Público Privadas (PPPs) e Concessões. O workshop integra a agenda do 5º Encontro – Parcerias que Transformam.
Além de Drusina e Dal Molin, o vereador sorrisense Marlon Zanella também participa do encontro. A intenção é buscar mais informações acerca da sistemática de funcionamento da área.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

ANAC aprova voo direto entre Cuiabá e Belém; Passagens já estão disponíveis para venda

ANAC aprova voo direto entre Cuiabá e Belém; Passagens já estão disponíveis para venda




A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a Azul Linhas Aéreas a operar um voo direto entre Cuiabá e Belém (PA). Com isto, os mato-grossenses poderão chegar aos Estados Unidos da América (EUA) em apenas 9 horas. Isso porque esta ligação com a capital paraense fará com que os passageiros tenham uma conexão direta, sem precisar esperar longas horas em outro aeroporto. As viagens começam a ser operadas em 10 de dezembro.
A aeronave deverá sair às 09h23 do Aeroporto Internacional Marechal Rondon e tem chegada prevista para às 12h10, na capital paraense. A decolagem para os Estados Unidos acontece às 13h30 e tem chegada prevista para às 17h30, no horário local de Fort Lauderdale. No sentido inverso, sai da ‘Terra do Tio Sam’ às 20h15, chega em Belém às 04h20 e segue para Cuiabá às 05h45, com pouso previsto às 08h40.
A viagem, que será operada com o A320neo, primeiro narrow body da companhia fabricado pela Airbus, que tem capacidade para 174 passageiros, deverá durar por volta de 9 horas, contando com a conexão. Em rápida pesquisa realizada pela reportagem, foram encontradas passagens em torno de R$ 3,5 mil (taxas inclusas), que podem ser divididas em até 10x sem juros (foram pesquisados bilhetes de ida no dia 10 de janeiro de 2018 e volta no dia 17 de janeiro de 2018).
“Os clientes não precisarão mais ir a São Paulo para chegar à Flórida em viagens cansativas, com cerca de 16 horas de duração. Vai ser possível sair de Belém e chegar a Fort Lauderdale em seis horas, menos tempo que um voo São Paulo/Miami, por exemplo”, afirma Abhi Shah, vice-presidente de Receitas na Azul.
A companhia oferecerá um serviço de bordo diferenciado para o voo que durará, aproximadamente, seis horas e meia (de Belém para os EUA). Os clientes podem ainda experimentar o Azul Play, sistema de entretenimento gratuito com filmes e séries disponíveis por meio de um aplicativo baixado no próprio smartphone, tablet ou laptop do cliente.
As aeronaves dispõem de tomadas de energia entre as poltronas além de entradas USB individuais. A família dos A320neo incorpora as mais recentes tecnologias de motores e sharklets, que, juntos, proporcionam mais economia de combustível.

FONTE: Wesley Santiago - OLHAR DIRETO

Aeronáutica inicia vistoria para homologação de equipamentos no aeroporto de Sinop

Aeronáutica inicia vistoria para homologação de equipamentos no aeroporto de Sinop




A vistoria de homologação técnico-operacional da Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e Tráfego Aéreo (EPTA) entre outros equipamentos está sendo feita pelo comando da Aeronáutica, através do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), de Manaus, no Aeroporto Presidente João Figueiredo, esta tarde. A informação foi confirmada pelo representante da União das Entidades de Sinop (Unesin), Nilson Ribeiro, ao Só Notícias.
“Os equipamentos já estão em funcionamento, mas precisam passar por essa vistoria para ser legalizado e homologado oficialmente pela Aeronáutica. A previsão é que a vistoria seja concluída até quinta-feira. Após isso, se eles encontrarem algo incompatível com o processo de homologação será feita a readequação necessária”, disse Ribeiro.
Conforme Só Notícias já informou, anteriormente a secretária municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento, Ivete Mallmann explicou, que além da EPTA e do Indicador de Precisão de Trajetória de Aproximação (PAPI), a prefeitura tem trabalhado nas etapas de certificação, começando pelo desenvolvimento da Area Navigation(RNAV), que é um método de navegação que aperfeiçoa a operação de aeronaves em condições de baixa visibilidade.
O RNAV funciona como uma carta de voo com uma rota de aproximação do aeroporto traçada, lida com sinal de GPS, que guia o piloto para o procedimento de pouso em condições pouco favoráveis. "Esse procedimento é importante, porque facilitará e dará segurança aos pilotos no momento do pouso, sendo um componente da certificação IFR", disse Mallmann.
Todas as ações envolvendo o aeroporto municipal estão sendo desenvolvidas em conjunto com as União das Entidades de Sinop (Unesin), que é formada por 25 entidades. Uma comissão com cinco representantes acompanha todo o processo, por meio de uma empresa, representada pelo Comandante Hammer, contratada pelas entidades, e que faz os trabalhos de assessoria e consultoria.


29% dos voos do Marechal são regionais; mais 10 cidades têm destinos em MT

29% dos voos do Marechal são regionais; mais 10 cidades têm destinos em MT
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Dos 24 destinos operados pelo Aeroporto Internacional Marechal Rondon, sete são para municípios dentro de Mato Grosso, o que significa que aproximadamente 29% das operações de Cuiabá/Várzea Grande são para voos regionais.
Os dados constam no sistema Hotran, que é do Ministérios dos Transportes, Portos e Aviação Civil e utilizada dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O levantamento foi realizado pelo RDNews.
Além de Cuiabá/Várzea Grande, as cidades de Alta Floresta, Juina, Sinop, Água Boa, Confresa, São Félix do Araguaia, Barra do Garças, Rondonópolis, Tangará da Serra e Sorriso contam com um aeroporto que também realiza voos internos.
O Aeroporto Marechal Rondon, responsável pela maioria dos destinos dentro do Estado, opera voos para as cidades de Alta Floresta, Juína, Sinop, Água Boa, Barra do Garças, Rondonópolis e Tangará da Serra.
Apesar de corresponder por quase um terço de todos os destinos disponíveis, essas operações só corresponderam a 26,7% das decolagens em agosto do aeroporto de Cuiabá/Várzea Grande, de acordo com a Anac. As empresas que realizam esses voos são a Azul, América do Sul T.A, Map Linhas Aéreas e Passaredo.
Em agosto, o Marechal Rondon operou 176 voos regionais, enquanto voos para outras capitais do Brasil foram 478. Além disso, outros seis voos tiveram como destino locais fora do país.



Interior
Depois de Cuiabá/Várzea Grande, a segunda cidade que mais opera trechos dentro do Estado é Água Boa, a 736 km da capital. O Aeroporto Olhos D’Água tem voos para, além de Cuiabá/Várzea Grande (10 voos autorizados e 90 assentos ofertados), São Felix do Araguaia (cinco voos e 45 assentos) e Confresa (cinco voos e 45 assentos). Todos as operações são realizadas pela América do Sul T.A.
Os municípios de Alta Floresta, Confresa e São Félix do Araguaia dividem a terceira colocação de cidades com mais voos. As três operam trechos para outras duas cidades dentro de Mato Grosso.


Aeroporto de Rondonópolis pode sair do pacote de concessão

Aeroporto de Rondonópolis pode sair do pacote de concessão




Atendendo a um convite do presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis – ACIR, Juarez Orsolin, o senador José Medeiros se reuniu com diretores da entidade e o presidente da Câmara de Vereadores, Rodrigo da Zaeli, na manhã deste sábado, 9.
Na sala de reuniões da ACIR, o assunto em pauta foi o aeroporto Municipal Maestro Marinho Franco, que, segundo Juarez Orsolin, não atende às necessidades de Rondonópolis. “Precisamos mais opções de voos, mais estrutura e mais garantia de que este é um dos modais para que o desenvolvimento da cidade e da região não trave”.
O senador Medeiros trouxe algumas novidades, como a possibilidade de que o aeroporto de Rondonópolis saia do pacote de privatização dos aeroportos de Mato Grosso. “Hoje tem negociações para que o processo ande mais rápido e com maior eficiência. O aeroporto Marinho Franco está sendo cogitado como a base para o Projeto Piloto de parceria entre a Infraero e uma empresa alemã. Enfim, o Ministério dos Transportes tem um recurso para investir em unidades de médio e pequeno porte, no caso o nosso aeroporto, para que funcione dentro dessa parceria”, explicou Medeiros.
A questão ainda não está definida, mas existe sim a possibilidade de o governo do Estado tirar do pacote de privatização o aeroporto de Rondonópolis e usar essa nova maneira de administrar com a iniciativa privada como parceira. “Antes até se pensava em repassar para os municípios essa tarefa, mas não é aptidão municipal essa modalidade de transporte. Então acreditamos que servir de Plano Piloto nesse novo modelo, será bem interessante para a cidade”, reforçou Medeiros.
O presidente da ACIR disse que quer mesmo que as questões se resolvam. “Precisamos agilizar mesmo é a abertura dos caminhos para investimentos em estrutura e agilizar a questão para que o nosso aeroporto realmente sirva às necessidades dos rondonopolitanos. Somos um polo regional e precisamos de um sistema de transporte mais ágil, com as obras de duplicação da rodovia e também com um aeroporto à altura das nossas necessidades”, disse Juarez Orsolin.


FONTE: ATRIBUNAMT